O Impostão no Dia dos Namorados
O dia dos namorados está chegando e os casais não param de fazer planos para comemorar a data. Tudo bem que impostos não combinam com o clima romântico da ocasião, mas você sabia que 18% do preço de um bouquet de flores é imposto? Se quiser levar seu par para jantar fora, prepare o bolso, pois 32% do valor é tributo.
Além disso, não podemos esquecer dos impostos sobre os presentes que os namorados amam receber, como chocolate (39%), perfumes importados (78%) e nacionais (69%) e jóias (50%).
Viu só como você paga imposto até para curtir seu amado (a)? No ano que vem, esses valores podem ser reduzidos. Participe do abaixo assinado da Dieta do Impostão e compartilhe essa campanha com seu amor!

No dia 12, tenho que pedir desculpa, por ser um mal amante, não tratar nosso Brasil com o devido carinho e respeito, essa fraqueza, sim essa fraqueza, pois não venho conseguindo modificar está realidade. São tantas, as mazelas cometidas contra nossa nação, eu cidadão Claudio, sou parte da sociedade, daí minha vergonha, sou CULPADO…
Tenho lutado para melhorar esses fatos, pelo menos ao meu redor. Mas em alguma coisa estou errando, pois os resultados no acreditar na campanha, e não só isso, acreditar que o engajamento na luta por reformas e a tributária, são fundamentais para beleza eterna da nossa amada pátria, não são bons.Neste caso gostaria de obter um norte, um sul, um leste ou oeste, caso alguém entre nesse blog, moribundo conforme comentário postado outro dia pelo companheiro Carlos. Estou aqui, sou soldado em tempo integral nessa árdua luta.
Quero paz, saúde para todos, sei que não estou sozinho nesse desejo, então ratifico meu pedido, que caminho sigo?
Será que o ano de 2011 ficará marcado como o ano da virada?
Está virada, virá acompanhada com todas as expectativas de melhorias?
Conseguiremos colocar pessoas serias dentro das novas estruturas?
Um fato político para ser banido são aquelas famosas faixas de agradecimento, por asfaltamento ou benfeitorias, agradecer por fazer,cumprir uma obrigação, agradecer por usar dinheiro publico com o publico, ora bolas………. Vixi, voltei, desculpa, feliz dia dos namorados para todos .
Saúde e Paz
Dia 12 acabou,o dia foi muito legal,mas agora quero mesmo é que entre o segundo semestre, vamos discutir, tá chegando o momento tão esperado.
Saúde e Paz
Proposta da reforma tributária será ampliada
Depois de apelos dos governadores, o governo concordou em ampliar a proposta de reforma tributária que pretende enviar ao
Congresso no começo do segundo semestre.
Inicialmente restrita à diminuição do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) interestadual, agora a discussão se estenderá a outras questões. O Ministério da Fazenda, no entanto, quer consenso entre os estados para evitar o acirramento dos debates no Congresso.
O tema com maior consenso dentro da equipe econômica diz respeito à revisão do indexador da dívida dos estados. Segundo o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, o ministro Guido Mantega admitiu incluir o assunto na reforma tributária. A preocupação da equipe econômica, no entanto, é que a mudança exigiria a alteração da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
“O ministro se mostrou disposto a tratar dessa questão, desde que haja o comprometimento de que esse seja o único ponto a ser mudado na Lei de Responsabilidade Fiscal”, afirmou Barbosa na última terça-feira (7) após reunião com governadores do Norte e do Centro-Oeste.
Atualmente, as dívidas dos estados são corrigidas pelo IGP-DI mais 6% ou 7,5% ao ano, dependendo do caso. Em épocas de alta na inflação, como nos últimos meses, os débitos disparam e comprometem a capacidade de investimento dos governos estaduais. Os governadores propuseram a criação de uma trava no indexador. A correção seria limitada à taxa Selic (juros básicos da economia), que corrige boa parte da dívida pública federal.
Outro tema que deve ser incluído na reforma tributária é a mudança na distribuição do Fundo de Participação dos Estados, formado por impostos federais que a União repassa aos governadores. No ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou defasados os critérios de repartição e determinou a substituição das regras atuais até dezembro de 2012. Barbosa admitiu que os novos critérios podem constar da reforma, desde que haja consenso entre os estados e a proposta que cria os fundos de compensação para os estados que perderem com a reforma tributária seja enviada ao Congresso por meio de projeto de lei complementar.
Segundo a equipe econômica, a maioria das reivindicações terá de ser debatida pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que reúne os secretários de Fazenda das 27 unidades da Federação, para evitar divergências no Congresso. Entre os pontos que exigirão acordo no Confaz estão a regulamentação do comércio eletrônico e a validação dos incentivos fiscais derrubados pelo STF há cerca de dez dias.
Hoje todo o ICMS das mercadorias compradas pela internet fica com os estados onde são registradas as páginas de comércio eletrônico. Os governadores dos estados compradores querem a repartição do imposto, como ocorre com os automóveis. De acordo com Barbosa, a questão pode ser resolvida internamente pelo Confaz, mas o governo pode enviar um projeto de lei ou medida provisória ao Congresso se os estados desejarem.
Apenas em dois pontos o governo não cedeu aos governadores. A alíquota do ICMS interestadual não será diferenciada entre estados ricos e pobres. A equipe econômica também não aceitou incluir a redistribuição de royalties do petróleo e da renda do pré-sal na reforma tributária. “De fato, essa questão é federativa, mas tem dinâmica própria e já está sendo discutida no Congresso”, disse Barbosa na semana passada.
No fim do artigo abaixo, tem a seguinte citação
” uma certeza temos. a sociedade pede por mudanças.”
Não é pedir, tem e que cobrar ação.
Saúde e Paz
O Século XXI e a Reforma Tributária
Correio do Brasil, Por CMI Brasil
Por Roberto Cardoso
Discussão sobre a Reforma Tributária – ICMS
Desde a promulgação da Constiuição Federal de 1988, que a pauta constante na agenda governamental é a reforma tributária. Muitas são as queixas sobre o sistema tributário atual, desde o senso comum na sociedade sobre mudanças no Imposto de Renda, até a disputa pelo ICMS – Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços, envolvendo os Estados da Federação.
Com o fenômeno do comércio eletrônico no século XXI, muitos Estados estão se sentindo prejudicados na arrecadação de impostos, uma vez que o critério para a retenção de impostos pertence aos Estados produtores/fornecedores e não aos Estados de destino das mercadorias e bens.
A disputa pelo ICMS, está na agenda do Congresso Nacional através do PLP 17/2011 do Deputado Enfraim Filho – DEM/PB. que dispõe sobre a incidência do ICMS em operações interestaduais com mercadorias e bens efetuadas por meio da Internet ou por qualquer outro meio, visando alterar a Lei Complementar nº 87/86.
A principal mudança trata do art. 1º da Lei Complementar nº 87, de 13 de setembro de 1996, (Lei Kandir). Lei que disciplina sobre o imposto dos Estados e do Distrito Federal sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, e dá outras providências. Apresenta em seu art. 1º Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir o imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. Que com a aprovação do atual do projeto 17/2011 incorporaria no art 4º o Capítulo V – adquira mercadorias ou bens, por meio da internet ou por qualquer outro meio, oriundos de outras Unidades da Federação. e no Art 9º § 1º III – ao remetente de mercadorias ou bens destinados a outras Unidades da Federação, na hipótese do inciso V do parágrafo único do art. 4º.
Tais mudanças visam utilizar dos critérios comerciais interestadual disponibilizado pela Lei Kandir, visando se apropriar de mais recursos e evitando que os Estados criem medidas protecionista e um embate na guerra fiscal onde os maiores prejudicados são os consumidores, esses mesmos consumidores que necessitam em seus estados de serviços públicos de qualidade e para isso os estados necessitam cada vez mais de recursos financeiros para formulação, implementação e avaliação das políticas públicas estaduais.
Os estados que sentem-se prejudicados estão se utilizando do dispositivo da Constituição Federal de 1988 no art 3º, III – erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais ,do art 4º, V – igualdade entre os Estados e do art. 155, § 2º, VII, VIII e XII, ?a? e ?b? que apontam garantias aos estados da federação e não aumento de despesa ou renuncia de receita da União.
O debate no Congresso ainda vai durar muito tempo, afinal a pressão dos parlamentares do estados ?prejudicados? será forte e como os grandes polos produtores/fornecedores pertencem aos estados do sudeste que na Câmara dos Deputados apresentam a maioria dos parlamentares, teremos um grande debate político.
Como apresentado diversos fatores apontam a necessidade de reforma tributário no século XXI, seja pelo surgimento de novas tecnologias ou pela complexidade jurídica apresentada, mas uma certeza temos. a sociedade pede por mudanças.
Mais um comentário.
Outro movimento!
Assunto : Reforma TRIBUTÁRIA, outra vez chega logo segundo semestre, logo logo logo.
Saúde e Paz
Sindicato dos Procuradores da Fazenda Nacional quer apoio da bancada do Amapá para reforma tributária
17/Junho/2011
Quando custa o Brasil pra você? Essa é a pergunta tema da campanha que o Sindicato dos Procuradores da Fazenda Nacional – Sinprofaz está levando para todos os estados do país. O objetivo é “despertar a consciência tributária” na sociedade, para que o cidadão comum tenha instrumentos para exigir dos políticos uma reforma tributária que torne mais simples e racional a legislação concernente ao tema. O Brasil é um dos países com maior volume de impostos do mundo.
Por essa razão, na próxima segunda-feira (20), às 8h30, o Siprofaz realizará em Macapá um café-da-manhã no Macapá Hotel, para o qual foram convidados todos os deputados e senadores que compõem a bancada federal do Amapá. O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), coordenador da Frente Parlamentar Mista por um Sistema Tributário Nacional Justo, será um dos integrantes da mesa do encontro juntamente com o presidente do Sinprofaz, Anderson Bitencourt Silva e com o diretor secretário da entidade, Alan Titonelli.
A campanha do Sinprofaz está também na internet: http://www.quantocustaobrasil.com.br. No site o contribuinte pode encontrar informações sobre o sistema tributário brasileiro, o combate à sonegação fiscal e os caminhos para uma participação mais efetiva da sociedade na luta pela reforma tributária. A campanha faz uma provocação aos cidadãos brasileiros: Os tributos aumentaram porque a sonegação é alta ou a sonegação é alta porque os tributos aumentaram? Não importa saber o que começou primeiro, importa é que este círculo vicioso seja interrompido.
Não deu para colocar no facebook ,em Hoje é dia de São Pedro,pela extensão do texto, então peço licença para comentar aqui no blog.Não tem Santo para dar jeito só Deus mesmo.
No caso vou parar de protestar, pois posso ficar rico é parar lá em Brasília.
Nada contra o capitalismo, mas esse capitalismo do atual sistema tributário é por consenso uma m…, temos que muda-lo e vamos fazer isso, na paz, mas para isso nós cidadão temos que cobrar e participar dessa mudança.
Como exemplo da necessidade de uma mudança ampla, quem já não fez uma reforma em casa,na maioria das fezes seria melhor demolir e fazer outra, tudo bem haja dinheiro, mas na maioria das vezes fica aquele monstrinho, quarto lá, banheiro cá etc etc, mas no caso estamos falando da nossa PRÁTIA BRASIL, não podemos mais conviver com monstrinhos, temos que construir um sistema bonito, enxuto e que nos ajude a deixar melhores legados para nossas futuras gerações.
Saúde e Paz
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REFORMA RELIGIOSA
O QUE FOI A REFORMA RELIGIOSA?
No século XVI a Europa foi abalada por uma série de movimentos religiosos que contestavam abertamente os dogmas da igreja católica e a autoridade do papa. Estes movimentos, conhecidos genericamente como Reforma, foram sem dúvida de cunho religioso. No entanto, estavam ocorrendo ao mesmo tempo que as mudanças na economia européia, juntamente com a ascensão da burguesia. Por isso, algumas correntes do movimento reformista se adequavam às necessidades religiosas da burguesia, ao valorizar o homem “empreendedor” e ao justificar a busca do “lucro”, sempre condenado pela igreja católica.
OS FATORES QUE DESENVADEARAM A REFORMA
Uma das causas importantes da Reforma foi o humanismo evangelista, crítico da Igreja da época. A Igreja havia se afastado muito de suas origens e de seus ensinamentos, como pobreza, simplicidade, sofrimento. No século XVI, o catolicismo era uma religião de pompa, luxo e ociosidade. Surgiram críticas em livros como o Elogio da Loucura (1509), de Erasmo de Rotterdam, que se transformaram na base para que Martinho Lutero efetivasse o rompimento com a igreja católica.
O papa Leão X, no centro, em pintura de Rafael Sanzio, de 1518.
Durante o seu papado (1483 – 1520)
surgiu o movimento reformista,
que levaria à divisão do Cristianismo na Europa
Moralmente, a Igreja estava em decadência: preocupava-se mais com as questões políticas e econômicas do que com as questões religiosas. Para aumentar ainda mais suas riquezas, a Igreja recorria a qualquer subterfúgio, como, por exemplo, a venda de cargos eclesiásticos, venda de relíquias e, principalmente, a venda das famosas indulgências, que foram a causa imediata da crítica de Lutero. O papado garantia que cada cristão pecador poderia comprar o perdão da Igreja.
A formação das monarquias nacionais trouxe consigo um sentimento de nacionalidade às pessoas que habitavam uma mesma região, sentimento este desconhecido na Europa feudal, Esse fato motivou o declínio da autoridade papal, pois o rei e a nação passaram a ser mais importantes.
Outro fator muito importante, ligado ao anterior, foi a ascensão da burguesia, que, além do papel decisivo que representou na formação das monarquias nacionais e no pensamento humanista, foi fundamental na Reforma Religiosa. Ora, na ideologia católica, a única forma de riqueza era a terra; o dinheiro, o comércio e as atividades bancárias eram práticas pecaminosas; trabalhar pela obtenção do lucro, que é a essência do capital, era pecado. A burguesia precisava, portanto, de uma nova religião, que justificasse seu amor pelo dinheiro e incentivasse as atividades ligadas ao comércio.
A doutrina protestante, criada pela Reforma, satisfazia plenamente os anseios desta nova classe, pois pregava o acúmulo de capital como forma de obtenção do paraíso celestial. Assim, grande parte da burguesia, ligada às atividades lucrativas, aderiu ao movimento reformista.
POR QUE A REFORMA COMEÇOU NA ALEMANHA?
No século XVI, a Alemanha não era um Estado politicamente centralizado. A nobreza era tão independente que cunhava moedas, fazia a justiça e recolhia impostos em suas propriedades. Para complementar sua riqueza, saqueava nas rotas comerciais, expropriando os mercadores e camponeses.
A burguesia alemã, comparada à dos países da Europa, era débil: os comerciantes e banqueiros mais poderosos estabeleciam-se no sul, às margens do Reno e do Danúbio, por onde passavam as principais rotas comerciais; as atividades econômicas da região eram a exportação de vidro, de metais e a “indústria” do papel; mas o setor mais forte da burguesia era o usurário.
QUEM SE OPUNHA À IGREJA NA ALEMANHA
A igreja católica alemã era muito rica. Seus maiores domínios se localizavam às margens do Reno, chamadas de “caminho do clero”, e eram estes territórios alemães que mais impostos rendiam à Igreja.
A Igreja era sempre associada a tudo que estivesse ligado ao feudalismo. Por isso, a burguesia via a Igreja como inimiga. Seus anseios eram por uma Igreja que gastasse menos, que absorvesse menos impostos e, principalmente, que não condenasse a prática de ganhar dinheiro.
Os senhores feudais alemães estavam interessados nas imensas propriedades da Igreja e do clero alemão.
Os pobres identificavam a Igreja com o sistema que os oprimia: o feudalismo. Isto porque ela representava mais um senhor feudal, a quem deviam muitos impostos.
Às vésperas da Reforma, a luta de classes e política acabou assumindo uma forma religiosa.
Fonte: http://www.saberhistoria.hpg.ig.com.br
REFORMA RELIGIOSA
Desde o renascimento do Sacro Império Romano por Otão I em 962, os Papas e os Imperadores envolveram-se numa contínua luta pela supremacia ( A Querela das Investiduras). Este conflito resultou geralmente em vitórias para o partido papal, mas criou um amargo antagonismo entre Roma e o Império Germânico, o qual aumentou com o desenvolvimento de um sentimento nacionalista na Alemanha durante os séculos XIV e XV. O ressentimento contra os impostos do Papa e a submissão do clero à autoridade distante e estrangeira do Papado manifestou-se também noutros países da Europa.
No século XIV, o reformador inglês John Wycliff distinguiu-se por traduzir a Bíblia, contestar a autoridade pontifícia e censurar o culto dos santos das relíquias. Jan Hus difundiu aquelas doutrinas na Boémia e pugnou pela criação de uma Igreja nacional. A execução, em 1415, de Hus na fogueira acusado de heresia levou diretamente às guerras hussitas, uma violenta expressão do nacionalismo boémio, suprimido com dificuldade pelas forças aliadas do Sacro Império Romano e do Papa. Estas guerras foram precursoras da guerra civil religiosa na Alemanha na época de Lutero. Em 1516, a concordata entre o rei e o Papa colocou a Igreja francesa substancialmente sob a autoridade régia. Antigas concordatas com outras monarquias nacionais prepararam também a autonomização das Igrejas nacionais
Martinho Lutero
REFORMA PROTESTANTE
O Cisma do Ocidente (1378-1417) fragilizou gravemente a autoridade pontifícia e tornou premente a necessidade de reformar a Igreja. O Renascimento e a invenção da imprensa reacenderam as críticas à Igreja: a corrupção e hipocrisia do clero em geral e, em particular, a ignorância e superstição das ordens mendicantes; a ambição dos Papas, cujo poder temporal originava divisões entre os crentes; e a teologia das escolas responsável pela deturpação e desumanização da mensagem cristã. Estas críticas foram feitas por Lourenço Valla, na Itália do século XV, e Erasmo de Roterdão, na Holanda, John Colet e Thomas More, na Inglaterra, Johann Reuchlin, na Alemanha, e Jacques Lefèvre d’Étaples, em França, no século XVI, foram alguns dos humanistas que procuraram conciliar o movimento humanista com a mensagem das Escrituras, criticando algumas práticas da Igreja. Estas críticas serviram de base a Martinho Lutero e João Calvino para clamarem pela Bíblia, mais do que a Igreja como fonte de toda a autoridade religiosa.
OS MOVIMENTOS NACIONAIS
A Reforma Protestante começou na Alemanha quando Lutero publicou as “95 Teses”, transformando a teoria e a prática das indulgências.
Calvino
A ALEMANHA E A REFORMA LUTERANA
Lutero partilhava a necessidade de uma religião interior, baseada na comunhão da alma, humilde e receptiva, com Deus. Com uma interpretação muito pessoal, Lutero defendeu que o homem, apenas pelas suas obras, é incapaz de se santificar e que é pelo ato de crer, ou seja pela Fé, que se chega à santificação. Só a Fé torna o homem justo, não sendo as boas obras suficientes para apagar os pecados e garantir a salvação.
A excomunhão pelo papa de Martinho Lutero quebrou a unidade da Igreja ocidental e iniciou um período de guerras que opuseram o Imperador Carlos V e alguns príncipes da Alemanha. A condenação de Lutero na Dieta de Worms e o seu desterro dividiu a Alemanha numa fronteira econômica e religiosa. De um lado, aqueles que desejavam preservar a ordem tradicional, incluindo o imperador e o alto clero, suportados pela Igreja Católica Romana. Do outro, os apoiantes do Luteranismo – os príncipes do Norte da Alemanha, o baixo clero, os grupos burgueses e largas camadas de camponeses – que acolheram a mudança como uma oportunidade para aumentarem a sua autoridade nas esferas religiosa e econômica, apropriando-se dos bens da Igreja.
Os intermitentes períodos de guerra civil religiosa terminaram com a Paz de Augsburgo. Este tratado decidiu que cada um governadores dos Estados alemães, que formavam cerca de 300 estados, optaria entre o Catolicismo Romano e o Luteranismo e subordinou a opção religiosa à autoridade do príncipe. O Luteranismo, perfilhado por metade da população alemã, receberia finalmente o reconhecimento oficial, mas a antiga unidade religiosa da comunidade cristã da Europa ocidental sob a suprema autoridade pontifícia foi destruída.
A SUÍÇA
O movimento reformista na Suíça, contemporâneo da Reforma na Alemanha, foi conduzido pelo pastor suíço Ulrico Zwínglio, que, em 1518, ficou conhecido pela sua vigorosa denúncia à venda das indulgências. Zwínglio considerava a Bíblia a única fonte da autoridade moral e procurou eliminar tudo o que existia no sistema do Catolicismo Romano que não derivasse especificamente das Escrituras. De Zurique, este movimento alastrou por todo o território suíço, originando um conflito entre 1529-1531. A paz permitiu a escolha religiosa de cada cantão. O Catolicismo Romano prevaleceu nas províncias montanhosas do país e o Protestantismo implantou-se nas grandes cidades e nos férteis vales.
Após a geração de Lutero e de Zwínglio, a figura dominante da Reforma foi Calvino, um teólogo protestante francês, que fugiu da perseguição de França e que se instalou na nova república independente de Genebra, em 1536. Apesar da Igreja e do Estado estarem oficialmente separados, cooperavam tão estreitamente que Genebra era virtualmente uma teocracia. Para reforçar a disciplina moral, Calvino instituiu uma rígida inspeção à conduta familiar e organizou um consistório, composto por pastores e leigos, com um grande poder compulsivo sobre as comunidades. O vestuário e o comportamento pessoal dos cidadãos era prescrito ao mínimo pormenor: dançar, jogar às cartas e aos dados e outros divertimentos eram proibidos e a blasfêmia e a linguagem imprópria severamente punidas. Debaixo deste regime severo, os inconformistas eram perseguidos e, por vezes, condenados à morte. Para encorajar a leitura e o entendimento da Bíblia, todos os cidadãos tinham pelo menos uma educação elementar. Em 1559, Calvino fundou a Universidade de Genebra, famosa pela formação de pastores e professores. Mais do que qualquer outro reformista, Calvino organizou o pensamento Protestante num claro e lógico sistema.
A difusão das suas obras, a sua influência como educador e a sua grande habilidade de organizador da Igreja e do Estado reformistas criaram um movimento de adeptos internacionais e deram às Igrejas Reformistas, de acordo com o termo como as Igrejas Protestantes eram conhecidas na Suíça, França e Escócia, um cunho inteiramente calvinista, quer na religião quer na organização.
FRANÇA
A Reforma na França começou no início do século XVI através de um grupos de místicos e humanistas que se juntaram em Meaux, perto de Paris, sob a liderança de Lefèvre d’Étaples. Tal como Lutero, d’Étaples estudou as Epístolas de S. Paulo e fez derivar delas a crença na justificação da fé individual, negando a doutrina da transubstanciação. Em 1523, traduziu para francês o Novo Testamento. No princípio, os seus textos foram bem recebidos pela Igreja e pelo Estado, mas, a partir do momento em que as doutrinas radicais de Lutero começaram a espalhar-se em França, o trabalho de Lefèvre foi visto como similar e os seus seguidores foram perseguidos. Apesar de todos os esforços para evitar a expansão do Protestantismo em França, os Huguenotes cresceram imenso e a guerra civil entre 1562-1598 foi generalizada. As mútuas perseguições entre católicos e Huguenotes originaram episódios como o massacre de S. Bartolomeu, na noite de 23 para 24 de Agosto de 1572, durante o qual foram assassinados os protestantes que estavam em Paris, para assistir ao casamento de Henrique IV. A guerra terminou com o Edito de Nantes, em 1598, que concedeu a liberdade de culto aos Huguenotes. Em 1685, Luís XIV revogaria este edito, expulsando do país os protestantes.
INGLATERRA
A revolta inglesa contra Roma difere das revoltas da Alemanha, da Suíça e da França em dois aspectos. Primeiro, a Inglaterra era uma nação unida com um governo central forte, por isso, em vez de dividir o país em facções ou partidos regionais e terminar numa guerra civil, a revolta foi nacional – o rei e o Parlamento agiram juntos transferindo para a coroa a jurisdição eclesiástica previamente exercida pelo papa. Segundo, nos países continentais, a agitação popular visando a Reforma Religiosa precedeu e causou a ruptura política com o papado. Em Inglaterra, pelo contrário, a ruptura política deu-se primeiro, como resultado da decisão de Henrique VIII para se divorciar da sua primeira esposa, e a mudança na doutrina religiosa veio depois, nos reinados de Eduardo VI e de Isabel I. Após o divórcio com Catarina de Aragão, Henrique VIII casou com Ana Bolena, mas, em 1533,o papa excomungou-o. Em 1534, através do Acto de Supremacia, o Parlamento reconhecia a coroa como chefe da Igreja da Inglaterra e entre 1536-1539 os mosteiros eram suprimidos e as suas propriedades anexadas pelo rei e distribuídas pela nobreza adepta da reforma.
No reinado de Isabel I (1558-1603), estabelece-se a Igreja Anglicana, que representa um compromisso entre a doutrina calvinista e a liturgia católica. Pelo Acto de Supremacia, votado novamente em 1559, Isabel I detinha a autoridade em matéria eclesiástica, enquanto o Acto de Uniformidade, de 1564, impunha a Lei dos 39 Artigos, que estabelecia o essencial da religião calvinista.
Inquisição católica
CONSEQUÊNCIAS DA REFORMA RELIGIOSA
Apesar da diversidade das forças revolucionárias do século XVI, a Reforma teve grandes e consistentes resultados na Europa ocidental. Em geral, o poder e a riqueza perdidos pela nobreza feudal e pela hierarquia da Igreja Católica Romana foram transferidos para os novos grupos sociais em ascensão e para a coroa. Várias regiões da Europa conseguiram a sua independência política, religiosa e cultural. Mesmo em países como a França e na região da atual Bélgica, onde o Catolicismo Romano prevaleceu, um novo individualismo e nacionalismo foram desenvolvidos na cultura e na política. A destruição da autoridade medieval libertou o comércio e as atividades financeiras das restrições religiosas e promoveu o capitalismo. Durante a Reforma, as línguas nacionais e a literatura foram estimuladas através da difusão dos textos religiosos escritos na língua materna, e não em latim. A educação dos povos foi, também, estimulada pelas novas escolas fundadas por Colet na Inglaterra, Calvino em Genebra e pelos príncipes protestantes na Alemanha. A religião deixou de ser monopólio de uma minoria clerical privilegiada e passou a ser uma expressão mais direta das crenças populares. Todavia, a intolerância religiosa manteve-se inabalável e as diferentes Igrejas continuaram a perseguir-se mutuamente, pelo menos, durante mais de um século.
Papa Leão X
Fonte: paginas.terra.com.br
Amigos brasileiros são 22 h 50, acabo de ver o QUADRO MEDIDA CERTA no Fantástico, nada contra o quadro, até porque, o mesmo tem a melhor das intenções. Quantos brasileiros, e não são poucos, são ajudados com tal iniciativa, o que pode ser confirmado pelos depoimentos após a reportagem.
Mas vamos lá, meu tico e teco anda há algum tempo muito ansioso para ver uma verdadeira e duradoura transformação em nosso país, em todos os campos, segurança, saúde, educação, tudo mesmo. SABEMOS das ilusões e decepções ao longo da nossa história planos e mais planos e nada do trem ficar nos trilhos. Mas acredito que nossa pátria vive um momento impar, para passar o que passou a limpo. Mas vamos voltar ao inicio do texto que aqui escrevo.
Por quê pergunto aos meus botões, caramba, porque os meios de comunicação de uma forma geral, a imprensa que tanto se intitula dona e detentora da ética e compromisso social. Mas antes de ser excomungado por vocês mídia televisiva, jornalística, radialista, mas uma vez desculpa se atiro para todo lado, mas fazer o quê, no meu ponto de vista, isso é um fato, comprovado pelo cotidiano, que vivemos, ou, melhor sobrevivemos.
Minha revolta. Acredito que uma Reforma Tributária com a participação maciça dos setores produtivos unidos será de suma importância, para mudarmos as sensações diárias que nosso povo sente Brasil, a fora, Acredito que não preciso especificar tais sensações.
Algumas importantes campanhas. Não tem a devida divulgação, e quando divulgada não vejo um sincero esforço das mídias, nesse sentido, não tem retorno financeiro imediato, é isso?
Por que ninguém faz uma caminhada pela REFORMA TRIBUTÁRIA, por quê a imprensa em geral não tem preocupação com isso, não é fazer boas e isoladas reportagens sobre este assunto. AH tô errado, caro amigo que está jogando criticas neste momento. Pergunto então, por que essa mobilização ainda não aconteceu uma mobilização de verdade, quando querem mesmo, a coisa anda, lembra, as caras pintadas, será que foi tão imparcial assim?
Beleza, problemas macros, problemas máxis, problemas municipais, estaduais, federais, egos dos governantes, gastos comprovadamente mal feitos, escândalos enfim, uma total falta de prioridades com o dinheiro publico.
Amigos, mais uma vez, no meu ponto de vista, nossa esperada e sonhada REFORMA TRIBUTÁRIA é sem sombra de duvida a mãe das reformas, sabemos que sem receita nada pode ser feito, o dinheiro e necessário, para fazermos qualquer coisa ou ter credito na praça, ou não?
Reforma florestal, reforma na educação, reforma na previdência reforma no judiciário, em fim, toda e qualquer reforma precisamos dele o dinheirinho, mas uma vez tô errado, olha um bom exemplo quanto sai cada seção no congresso nacional para aprovação de uma reforma, não sai barato, e ainda é mais caro pelos resultados que testemunhamos.
‘’Autoridade política ‘’
Sinônimo SERVIDOR DO POVO cargo que deveria ser ocupado, por pessoa dotada de amor publico, que abre mão da convivência com sua família para zelar pelo bem coletivo do cidadão brasileiro.
TÔ mesmo p.da vida, quero mudanças concretas, não vejo a hora de viver realmente em um Brasil diferente, mas tem que ser uma diferença planejada, para não vivermos estações de bonança. Exemplo, alguns países que muitos de nós já fizemos elogios e até, já comentamos aquele desejo de meter o pé, para viver nesses “paraísos’’……….. É verdade ou estou errado, olha só EUA, PORTUGAL, ESPANHA, GRECIA, ARGENTINA e a lista é longa, não é!
Agora é com você cidadão, e eu como cidadão, vamos ficar parados ou vamos nos contaminar, e de forma pacifica, até quando for possível o dialogo franco, baseado no bem coletivo, ficar fora desse processo, vamos nos mobilizar. Em jogo está o futuro do nosso solo fértil e gentil, mas que nos não amamos como deveríamos amar.
Para finalizar, nada contra o IMC do povo brasileiro, como é valida essa preocupação, mas tem um ponto mais importante que esse que é o IMC DO NOSSO BRASIL, Índice de ‘’Maltratação’’ Coletiva, vamos aposentar este índice, ele tem que acabar. VAMOS fazer logo nossa Reforma Tributária. Vamos trazer esse progresso e junto dele o gasto correto dos recursos arrecadados, nosso suado dinheirinho. Nossa indústria e o comercio, os profissionais liberais não querem sonegar, pois é crime, mas também não queremos tanta burocracia no nosso cotidiano.
Mas, também é um crime hediondo, os desvios dos recursos aqui já citados, pois isso gera violência, doenças, atraso tecnológico e muito mais, temos que recuperar esses direitos que nos foi negado. Você cidadão erre menos preste atenção nos discursos repetidos as vésperas das eleições, como LUTO POR JUSTIÇA SOCIAL, LUTO POR SAÚDE, LUTO POR SEGURANÇA, LUTO POR SANEMANETO BASICO, LUTO POR EDUCAÇÃO, LUTO PELOS DEFICIENTE FISICOS, LUTO PELA IGUALDADE RACIAL, paro aqui pois tenho certeza, ao ler este isso sua memória ira alçar altos vôos.
Então amigos e mudar ou continuar reclamando mais alguns e alguns anos, se para vocês o ritmo está compatível, vá beber uma cerveja com altos impostos, não esquente com o preço do litro de leite. Agora, se esta querendo mudanças converse sobre esse assunto, faça mudar o pensamento daqueles que falam ‘’Brasil um país de tolos’’, ‘’Não gosto de política’’ ‘’Não voto ‘’ criticar é fácil, mas acreditar em mudança exige perseverança.
Vamos mudar está triste realidade, converse com seus amigos, faça de conta que esse assunto é um jogo de futebol, vamos discutir o dia inteiro a semana toda, o mês o ano todo, você vai ver que vai valer esse esforço, mudar uma realidade negativa leva tempo,’ mas vale a pena, mas é preciso começar, pense nisso.
Cláudio Dionysio de Souza
Pequeno comerciante brasileiro
Saúde e Paz
Só fazendo a minha parte.
OBS. Nada contra a modernidade, sim sou contra, sabemos contra o quê!
Saúde e Paz.
06/08/2011 0
Receita Federal prepara ‘malha fina’ para pequenas e médias empresas
Novo sistema cruzará os dados de todas declarações das empresas.
Em 2013, com sistema em pleno vigor, fiscalização deve multiplicar por sete.
Daqui a pouco, não tem informação nenhuma que a gente vai esconder do Fisco”
Welinton Mota, da Confirp Contabilidade
A Secretaria da Receita Federal prepara uma ofensiva na fiscalização de pequenas e médias empresas por meio do cruzamento de todos os dados declarados pelas companhias, transformando o processo de fiscalização em um verdadeiro “big brother tributário”.
Segundo o subsecretário de Fiscalização da Receita Federal, Caio Marcos Cândido, um novo sistema de malha fina para as pequenas e médias empresas deverá estar funcionando a pleno vapor em 2013, cruzando os dados de todas as declarações prestadas, além de informações obtidas por meio da nota fiscal eletrônica e da escrituração digital.
“Nossa ideia é implementar a primeira fase no ano que vem. Vamos organizar o sistema, começar a colocar lá as informações. Mas os cruzamentos de dados devem começar somente em 2013″, disse Caio Marcos ao G1. Para as grandes empresas do país, que já têm um acompanhamento especial por parte do Fisco, não haverá grandes mudanças.
Quando esse cruzamento de dados começar a acontecer, o Fisco pretende disponibilizar um serviço de autorregularização para as empresas, semelhante ao que já é liberado para as pessoas físicas. Por meio desta autorregularização, as empresas poderão quitar seus débitos com o Fisco, antes de a multa de ofício ser lançada, pela internet.
De acordo com o coordenador geral de fiscalização da Receita, Antônio Zomer, o projeto é ousado. A meta é, pelo menos, multiplicar por sete a fiscalização das pessoas jurídicas efetuada por meio de sistemas, as chamadas malhas fiscais, que operam sem a intervenção humana.
Atualmente, a revisão das declarações das pessoas jurídicas somam cerca de 3,5 mil por ano, segundo informações da Receita Federal. A meta é chegar, com o novo sistema, a uma fiscalização de 25 a 30 mil empresas anualmente. A fiscalização, segundo ele, também englobará os valores pagos ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Para Welinton Mota, diretor tributário da Confirp Contabilidade, tudo caminha para que o pagamento de tributos pelas empresas no Brasil se transforme em um “big brother tributário”. “A tendência é que as médias empresas sejam fiscalizadas mais de perto por este software inteligente, esse big brother tributário. Chega uma hora que não tem escapatória. A Receita vai ter as informações nas mãos”, disse ele.
Mota lembrou que o Fisco já vem investindo em tecnologia de fiscalização nos últimos anos, por meio da nota fiscal eletrônica e da escrituração digital, e avaliou que é uma questão de tempo até o órgão organizar um programa que cruze todas estas informações das empresas de forma mais ágil.
“As informações já estão dentro dos computadores do Fisco. Das compras, talvez 90%, também é por nota fiscal eletrônica. Tudo que está comprando ou vendendo, eles sabem item por item. As vezes, têm vendas canceladas, devoluções, e tem de informar nos livros digitais. Daqui a pouco, não tem informação nenhuma que a gente vai esconder do Fisco”, concluiu Mota, da Confirp Contabilidade.
Mesmo sabendo que ninguém passa por aqui, vou postar, uma ação.. Vou fazendo a minha parte..Também está no youtube.
Saúde e PazRio 17/07/2011
Amigos.
Amigas.
Brasileiros. Não sei em que momento ou se haverá momento em que esse e-mail será lido, ou esse vídeo será visto, mas, mesmo assim, desejo um bom dia, uma boa tarde ou boa noite, para você que está cedendo seu tempo para ouvir o que vou falar. Já antecipo minhas desculpas, uma vez que, o texto é um pouco longo, mas acredito que são palavras necessárias.
O que me leva colocar esse desabafo!
Uma gota d’agua junto uma reflexão após leitura da reportagem que vou citar durante esse depoimento, trata-se de um sentimento que trago no peito há vários anos, um aperto no coração. Um sentimento que ganhou ao longo desses anos um assustador crescimento, e que, está arrebentado meu peito.
Sei que, muito do que vou falar nesse momento é de conhecimento publico, mas, acredito ser necessário repetir, para despertar, reavivar o sentimento de cidadania, que está adormecido, no meio de muitos de nós.
Para mudar essa realidade atual, acredito, é tenho repetido, é preciso aproveitar, o momento que estamos vivendo, um momento muito propicio para corrigir com atitudes inovadoras e mais ousadas, o rumo que deve seguir nossa pátria.
Passamos um momento difícil, quando num passado recente, tivemos uma substituição no governo supremo do nosso Brasil. Quando na passagem de bastão, um intelectual saiu e entrou um operário desacreditado para guiar a máquina chamada Brasil, muitos questionamentos, tivemos, criticas, duvidas sombrias, especulações e especulações, mas mantivemos o caminho democrático, caminho esse que ainda buscamos nos dias de hoje, nessa linha democrática, nosso Brasil anda, mas ainda está longe da velocidade que tem condição de impor para repor um tempo perdido, quando um garrote foi colocado na ferida brasileira, mas, por vários motivos e principalmente pela embriaguez que o poder proporciona, não foi afrouxado na hora certa, sim, o paciente pagou e ainda paga caro por esse erro, mas, o mais importante, o paciente, Brasil está vivo. Agora, para não incutirmos nesse erro novamente, é preciso.
Uma verdadeira reação, ação, nossa, como cidadão.
Olha independente do que você já tenha feito até hoje, como exemplo. Se você joga papel ou copo no chão após o lanche, se você já roubou ou está no trafico, se você não faz nada para ajudar o seu próximo, se você picha o patrimônio publico, se você perito, que após fazer seu trabalho, joga à luva no chão e vai embora, enfim, não importa mais o que tenha feito. Vamos, a partir de agora.
Tome consciência, o que vai importar é o que faremos daqui para frente. Vamos, juntos, mudar, está realidade, que vivemos, vamos começar hoje, plantando, uma nova semente que será cuidada, não da forma individual, como é cuidada por nossa sociedade atual, uma forma egoísta, que só valoriza seus próprios egos, mas, sim mudar é preciso, entender que na forma coletiva os frutos dessa semente, serão mais saborosos e ainda serão divididos de uma forma mais justa, uma vez que, essa nova e participativa sociedade, será uma sociedade que vai cobrar responsabilidade dos seus eleitos.
Não queremos corrupção em nenhuma esfera, pois essa corrupção é mãe maldita, de um cem números de problemas sociais, que vai, da saúde a criminalidade, sim a corrupção não é um privilegio do nosso país, sabemos perfeitamente disso, mas aqui, esse mal carece urgentemente de uma grande campanha de saúde publica, pois o mesmo, já virou uma grande e maldita epidemia.
Pode deixar amigos sei que isso não muda de uma hora para outra, mas, acredite, pode ser mudado sim. Sei como brasileiro que sou, do desanimo, do descrédito que mora em cada um de nós, não sou louco, até porque, sei que nesse momento tem alguns bons loucos compactuando com o que estou falando, nesse caso cabe a você que está descrente nesse momento, se juntar nessa proposta, vamos gritar, sim, sim é possível, acredite primeiramente no seu coração veja se você está feliz com o que acontece ao seu redor, podemos não chegar a 100% de melhorias, mas, mais uma vez, unidos podemos acabar com muitas mazelas e injustiças praticadas no solo Brasileiro.
Por quê?
Esse é o titulo do gatilho que foi apertado, contra minha mente.
‘’ Brasileiros saem nas ruas em causas próprias, não, não contra a corrupção’.
Só falando um grande Pô.
Realmente isso é uma grande e triste verdade!
Como não concordar, com está citação, mas, no mesmo tempo, da tristeza, podemos acreditar, que este cenário pode, e vai ser modificado, por nós cidadãos BRASILEIROS.
Sim, como faremos!
Compreendo está indagação em suas mentes, MAS, AMIGOS, aqui vai nossa PALAVRA CHAVE, SEU NOME É MOBILIZAÇÃO.
Na reportagem que comentei acima o cientista político MARCOS MAGRI, cita o que já chamei atenção nesse texto, a descrença generalizada, por grande parte da população, ele cita a convivência e conivência entre os poderes executivo, judiciário e legislativo um verdadeiro corporativismo de leis.
Veja, Magri coloca isso como um dos motivos para o cidadão não ir para rua.
A vacina que falei, tem que ser, o mais rápido possível aplicada nas entranhas contaminadas dos órgãos administrativos que compõem nossa pátria, mais uma vez, reforço, à importância do nosso envolvimento como cidadão.
No caso do presidente Ideraldo Beltrami, da associação que organiza a parada gay em São Paulo, ele fala.’’Conseguimos levar multidão às ruas porque envolvemos questões praticas, como legalização da maconha ou marchas das vadias’’.
Sim, MEUS IRMÃOS, isso é uma verdade, OLHE bem, a corrupção tornou-se crônica em nossa pátria, mas, não podemos ficar presos nesse conceito, temos que acabar de uma vez por todas com esse maldito e destruidor privilegio brasileiro.
Vamos extirpar ou pelo menos colocar em níveis aceitáveis esse grande mal, pois na realidade para acabar com ela, a corrupção, teríamos que acabar com a raça humana da superfície terrestre, mas não precisamos chegar a esse extremo, vamos colocar esse mal em índices aceito pela sociedade, acredite falo mais uma vez é possível acredite.
Vamos COMEÇAR hoje a construção de um novo orgulho, orgulho esse que outras gerações sentiram de nós sociedade atual, vamos juntos refazer essa historia, vamos mudar, essa historia tem que ser do bem, vamos virar está pagina.
Nesse caso proponho para você, que ainda está vendo esse vídeo. Vamos juntos e de forma pacifica e ordeira fazer uma caminhada contra esse mal, chamado CORRUPÇÃO, falo para vocês irmãos brasileiros, independente de qualquer coisa, faça sol, pode cair a maior chuva, não tenha transporte e que Deus ainda esteja me concedendo o privilegio da vida, EU ESTAREI LÁ em frente dá.
Início
Câmara Municipal do Rio de Janeiro
Palácio Pedro Ernesto
Praça Floriano, s/nº – Cinelândia – Cep: 20031-050.
Tel.: (21) 3814-2121
Subindo pela Rua Araújo Porto Alegre
Passando pelo antigo Prédio do Ministério da Educação
Dobrando à esquerda na Av Presidente Antônio Carlos
Passando pelo antigo prédio do Tribunal Regional do Trabalho
Passando pelo antigo prédio do Ministério da Fazenda
Passando pelo prédio do Tribunal de Justiça do RJ
Final
Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro
Palácio Tiradentes
Rua Primeiro de Março S/N°
Praça XV – Rio de Janeiro – CEP 20010-090
Tel: (21) 2588-1516
Mesmo, que sozinho, mas espero que isso não aconteça, estarei no dia 02 de outubro de 2011, com concentração a partir, das 8h 30, com saída para caminhada às 10 horas vamos marcar, ratifico nosso protesto contra esse grande mal CHAMADO CORRUPÇÃO.
Aviso, não teremos microfones para discursos, não teremos nenhum show, não vai ter cerveja de graça, a única coisa que deverá ter dentro de nós é o sentimento de INDIGNAÇÃO para darmos inicio a GRANDES mudanças no âmago de nós cidadãos, e conseqüentemente, formar uma sociedade melhor.
Quero esclarecer que. Não é um movimento político, mas, sim, uma manifestação, espontânea, organizada pelo cidadão por nós cidadãos, SIM, você político, está convidado também, será bem vindo, mas, como cidadão. Pois, a oposição hoje, será a situação de amanha, sim, inverter-se o poder, sabemos disso. Mas o que muda de concreto?
‘’Na minha visão, muda, infelizmente, muito pouco, nossa história, que já está escrita comprova tal fato’’.
Por fim, gostaria de poder contar, com a participação de toda camada que compõe nossa sociedade, vamos juntos para essa caminhada. Pois, ser pobre ou rico, é apenas uma questão substantiva, sem demagogia ou hipocrisia também é um conceito de devemos rever, vamos gritar, o mais alto possível, NÃO AO PRECONCEITO, TODOS, OS PRECONCEITOS.
Você não importa sua religião.
Você com qualquer cor de pele.
Você com qualquer opção sexual.
Vamos, venha, participe, doe esse tempo para sua pátria, ajude a mudar o futuro, vamos construir uma nova sociedade, vamos dar esse ponta pé inicial, vamos espalhar esse sentimento de mudança por todo Brasil.
Na paz, e com ordem, vamos fazer mudanças com nossa mobilização, ação. Enquanto não mudamos, todos que, com corrupção, prejudicam tantos brasileiros. Com desvios de dinheiro que deveria ser usado, sabemos como, Vamos JUNTOS, fazer que tenham vergonha das suas atitudes, atuais. Sei que, se vergonha, eles tivessem, não fariam o que fazem. Mas, vamos falar, MARCAR, com essa caminhada. QUE A nossa paciência chegou no limite, ou eles param ou nós, paramos, ELES.
Obrigado por me ouvirem.
Até o dia 02 de outubro 2011
Sou um cidadão brasileiro, meu nome Cláudio Dionysio de Souza.
Saúde e Paz.