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Rap do Impostão: Para que muito imposto para pouco benefício?
“É tanto imposto que a gasolina sai mais cara que o posto”
O verso faz parte do Rap do Impostão do compositor Cláudio Dionysio. Não, esta não é uma matéria sobre um compositor profissional. O personagem em questão é um dono da auto-peças, de 52 anos, um cidadão comum, que não é candidato a nada … mas que tem consciência política e entende a sua importância no processo da reforma tributária.
“Fiz um rap e agora vou fazer um vídeo para conscientizar as pessoas. Vou gravar a imagem de um formigueiro e mostrar como se as formigas estivessem se unindo em prol desta causa (reforma tributária). Minha intenção é dizer que este é um trabalho de formiguinha e que cada um tem que fazer a sua parte. Temos muito a aprender com as formigas porque, muito embora elas sejam pequenas, vivem numa sociedade extremamente organizada”, disse.
Cláudio conta que sua luta contra a carga tributária começou em carreira solo. “Mesmo antes da campanha da FIRJAN eu já tinha pensado em montar um site”, lembrou. O comerciante tem 11 funcionários e não esconde a dificuldade que é estar dentro da lei. “Olha, temos que parar de hipocrisia. Hoje é impossível um comerciante sobreviver sem sonegar imposto. Ele, simplesmente, teria que fechar as portas. É comum no mercado que as notas não cheguem a 50% do valor dos produtos. Isso sem contar nos impostos sobre a folha de pagamentos dos funcionários. Mas, fazer o quê? É isso ou nada”, revelou.
Na opinião de Cláudio, falta engajamento político. Muitas vezes porque as pessoas estão acostumadas com o “acerto” e acabam não reivindicando os seus direitos. “Muita gente quer tirar proveito da desorganização da sociedade organizada. E por isso não tem a atitude certa. Nós não podemos deixar as coisas do jeito que está. Precisamos mudar esta realidade da carga tributária. E para isso é preciso ação”, concluiu, lembrando que enviou muitas cartas ao ex-presidente Lula sobre o tema. “Se ele leu tudo bem. Se não leu… tudo bem também. Mas eu fiz a minha parte.
Ouça aqui o Rap do Impostão - Musica do impostão
Vou pegar carona com nossa presidenta Dilma, brasileiras e brasileiros , nossa tão sonhada Olimpíada está longe, ou melhor, nem tão longe assim, 2016 está logo ali.
Vamos aproveitar este espaço de tempo, para antecipar, e dar medalhas de ouro para nossa pátria Brasil, chega de maltratar nossa terra, que mesmo espoliada, continua nos dando muita riqueza.
Vamos instituir medalhas para Reforma Tributária, trabalhista, política, previdenciária e florestal e todas as medalhas que se fizerem necessárias para nossa pátria crescer de forma sustentável.
Nosso solo nos abençoa, com poucas catástrofes naturais em relação a outros nações, nossas catástrofes maiores estão no campo político, então por que continuar insistindo nas decisões políticas, mais voltadas para o ego dos partidos do que para nossa pátria , não queremos explicações estatísticas queremos ter SENSAÇÃO diária de impostos justos, sensação diária de saúde nos hospitais, sensação de segurança para nossas famílias, sensação de tudo que o poder municipal, estadual e a união tem obrigação de proporcionar ao cidadão. Quanto ao cidadão cabe a missão de ser um guardião feroz e zelar por todo esse patrimônio.
Importamos tanta coisa inútil, vamos importar, cito como exemplo, a disciplina e a organização do povo japonês, como sabem aprender com seus erros, como sabem tirar de onde não tem, isso não é inveja, pois este sentimento não faz bem, mas sim, saber que parâmetro, podemos seguir para fortalecer nossa pátria, mas sempre respeitando nossas características.
A deus só peço saúde para poder vivenciar um pouquinho dessa realidade que sonho para todos nós BRASILEROS E BRASILEIRAS.
Quanto ao Rap do Impostão,quero agradecer meu parceiro na composição da letra, Bruno do Rap e sua banda, Um grande Brasil só com união de todos.
Reformas e Tributária Jááááá
Saúde e Paz
Já ajuda e muito,mas o que precisamos, e mudar o sistema em seu todo, chega de burrocracia, todos nós queremos gerar empregos e fazer nosso Brasil crescer.
Saúde e Paz
Justiça para os micro e pequenos empresários
“O importante, nesse momento, é aprovar o Projeto de Lei Complementar 591/2010, de autoria coletiva, que atua no sentido de aprimorar a legislação vigente e de fazer justiça tributária”
Por Otavio Leite
O brasileiro é um povo empreendedor por natureza. Ou, no mínimo, versátil no enfrentamento dos desafios. O que é uma qualidade! Todos nós conhecemos exemplos de pessoas que começaram com um pequeno negócio – daqueles de fundo de quintal mesmo – e que depois progrediram na vida à custa de muito trabalho.
Logo, é fundamental que o Parlamento compreenda a importância desse núcleo da sociedade. Nesse sentido, há um aspecto urgente: micro e pequenos empreendedores sofrem com a asfixiante carga tributária brasileira. Afinal de contas, o excesso de impostos sufoca e desestimula cada vez mais pessoas a abrirem um negócio próprio, e mesmo penaliza o crescimento.
Lutamos para que essas pessoas possam ter tratamento tributário diferenciado e paguem menos tributos. Afinal, um dos princípios mais célebres do Direito afirma que “igualdade é tratar os iguais de forma igual e os desiguais de forma desigual”. Trata-se, inclusive, de atrair para a formalidade milhares de pequenos empresários.
Dados do Ministério do Trabalho e Emprego dão conta que o Brasil tem mais de 5 milhões de micro e pequenas empresas. Juntas, elas empregam mais de 13 milhões de pessoas com carteira assinada. Apenas no setor do comércio são mais de 3 milhões de empresas. O setor de serviços fica em segundo lugar com mais de 1,8 milhão de empresas. Por sua vez, indústria e construção civil respondem por mais de 800 mil empresas.
A Lei Complementar 123/06, que institui o Simples, é clara ao afirmar que microempresário é aquele cuja receita bruta é igual ou inferior a R$ 240 mil por ano. Por sua vez, empresas de pequeno porte são aquelas com receita bruta anual superior a R$ 240 mil e igual ou inferior a R$ 2,4 milhões.
O importante, nesse momento, é aprovar o Projeto de Lei Complementar 591/2010, de autoria coletiva (feita por deputados de vários partidos), que atua no sentido de aprimorar a legislação vigente e de fazer justiça tributária. Dentre outras finalidades, a proposta atualiza a tabela do Simples Nacional, defasada desde 2006.
E é nesse espírito suprapartidário em prol dos micro e pequenos empreendedores que o Legislativo precisa sempre atuar. Um dos principais passos está sendo dado nesse sentido: deputados federais e senadores de vários partidos começaram a discutir a criação da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Micro e Pequena Empresa.
Trata-se de um grupo que trabalhará sem descanso para que, cada vez mais, essas pessoas possam trabalhar com mais oxigênio, gerando empregos e distribuindo renda e cidadania em nosso país. É preciso levar adiante essa luta e sempre levantar a bandeira dos micro e pequenos empresários. O desenvolvimento econômico e a geração de emprego agradecem.
*É advogado e deputado federal pelo PSDB do Rio de Janeiro
Claudio, boa notícia, sem dúvida. A má notícia é que abro o blog e só dá você. Você me entende? É só você postando, fazendo blog, reclamando, apontando, sugerindo. Só você e mais ninguém. Até eu, que no começo postava com grande frequência, meio que fiquei desanimado e dei um tempo. Por que será que as pessoas não postam? Porque tem jogo do Flamengo? O Vasco vai decidir a Copa do Brasil? Se você elencar as 5 piores coisas que acontecem no país, a brutal carga de impostos está fácil entre elas. Na frente, claro, disparada, a corrupção. Fico aqui pensando se a corrupção não existirá também em função da gigantesca dose de impostos que nos impõem garganta abaixo.
Porque – olha só, Cláudio, me corrija em caso de erro – quanto mais dinheiro houver para ser distribuído por estados, municípios e evidentemente o próprio governo federal, mais possibilidades haverá para corruptos fraudaram concorrências de estradas (e estádios de futebol para a Copa, sem contar o PAN, onde o TCU acaba de pegar o Cesar Maia, não sei se pegar é o termo), fraudarem
licitações para construir hospitais, para comprar máquinas caríssimas para os mesmos hospitais (que depois serão esquecidos e abandonados em galpões até que a imprensa descubra e aí as quadrilhas darão entrevistas prometendo enérgicas providências – contra eles mesmos!), para compra de helicópteros para a polícia, compra de carros para prefeitos, vereadores, secretários municipais, estaduais, federais, deputados estaduais e federais, senadores, chefes disso e daquilo, magistrados de vários coturnos, ministros e subministros e subsubministros, eu poderia ficar aqui horas falando o que todo mundo já sabe: as dezenas, talvez centenas, talvez milhares formas de fraudar, roubar, apoderar, desviar, meter a mão em dinheiro público. E sempre estão envolvidas autoridades públicas como dignos prefeitos, incorruptíveis senadores, vereadores à prova de qualquer suspeita, honestíssimos chefes de policia, deputados de vários calibres cheios de pundonor, ilibados sub chefes da Casa Civil de diversos governos, governadores, e aquele cardume todo de subs alguma coisa, gente que ia passando, viu a farra e se incorporou, tudo com dinheiro público, dinheiro que este blog já cansou de declarar um poço sem fundo de tão mal investido, de tão parcamente controlado, enfim, a roubalheira generalizada que hoje existe no país e que de tão absurda caiu na vala comum do fato banal é, em sua maioria, para não dizer in totum, proveniente da excessiva, absurda, constrangedora, injusta, inacreditável, escorchante, avassaladora, enfim, ridícula carga de impostos pagos por todos nós. Que estamos nos bares reclamando da corrupção e jamais pensamos em fazer algo efetivo, nem que seja tirar cindo minutos do nosso tempo para postar um comentário num blog tão importante quanto este. É uma tristeza, Claudio, uma tristeza.
Carlos, esse desanimo tem hora que também me pega , até já comentei isso aqui no blog, esperava uma participação com mais intensidade pelo menos dos empresários e comerciantes mas a realidade está diante dos nossos olhos.
Tenho postado porque aposto que lutando com bons pensamentos voltados para coletividade, poderemos em algum momento despertar este sentimento no cidadão, tornando assim o sonho do crescimento sustentável , menos miséria, menos violência , mais oportunidades de trabalho, por mais utopia que pareça precisamos repetir essas palavras.
A mudança que tanto queremos tem começar no âmago da sociedade.
Carlos a riqueza sempre despertou os sentimentos mais mesquinhos em nós seres humanos, uma ganância sem freios, graças a Deus nem todos acham, que escadas tem que ser feitas com corpos humanos, a falta de visão coletiva trás no bojo essa doença enfatizada por você, chamada CORRUPÇÃO, infelizmente ela a corrupção achou seu habitat natural na convivência com os poderes, um cooperativado, onde nada muda, onde nada e punido de fato.
Por fim, Carlos como não ser solidário as suas palavras, pois são sabias e retrata nosso cotidiano, realmente temos que ficar indignados com essas mazelas praticadas contra nosso Brasil.
Tristeza, estado de ânimo caracterizado pela tendência ao pranto, ao isolamento e ao desânimo, coisa triste mesmo.Carlos, por mais difícil que pareça, temos que continuar lutando contra esse sentimento, pois está tristeza só serve para fortalecer o sistema que lutamos para mudar. Buscar força e nossa difícil missão, forte abraço.
Saúde e Paz