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Alto peso do imposto nos carros

O setor automotivo brasileiro fechará 2010 como o quarto do mundo, superando o Reino Unido. Mas o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes dos VeÃculos Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini, acredita que o PaÃs tem potencial para mais. Para o executivo, a proporção de um veÃculo para cada 6,9 habitantes é baixa diante das médias no exterior. Os três maiores mercados do mundo são, pela ordem: China, Estados Unidos e Japão.
De janeiro a agosto deste ano foram vendidos 2.077.521 automóveis e comerciais leves no PaÃs, + 8,5% ante o mesmo perÃodo de 2009. Desde 2003, a indústria automotiva brasileira cresceu 140%. A Anfavea projeta que o PaÃs consumirá este ano 3,4 milhões de veÃculos.
O ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge previu que até 2025 o PaÃs pode dobrar as vendas de 2010, chegando A 6,8 milhões de carros. Mas, reconheceu que “a altÃssima carga tributária prejudica a competitividade dos veÃculos brasileiros”. “Hoje, os impostos representam de 27% a 30% do preço de um carro. Isso é mais que o dobro da média mundial de impostos”, disse.
O setor, já superaquecido, poderia melhorar ainda mais se não fosse a alta carga de impostos. E como faremos agora com a chegada da forte concorrência asiática?
Acho ridiculo o preço de um carro popular no Brasil, mas ridiculo ainda é pagar R$100,00 em um carro que já saiu de linha em paÃses desenvolvidos. O brasileiro que trabalha cinco meses no ano para pagar impostos não tem o direito de ter uma casa boa, carro com um bom nivel de comforto e segurança. Enquanto pagamos impostos altÃssimos, vemos a corrupção e tudo acaba em pizza.
A chance que a gente tem de mudar: votando.
Mas antes deste governo havia o do FHC, e antes dele outro e antes do outro, outro e tudo
era exatamente igual em matéria de imposto. A gente pagava a conta e a corrupção.